Usando o frete para combater a crise

Vender não está nada fácil nesses tempos de crise econômica. Sua loja perde clientes em base diária e é preciso cogitar um avanço em novos mercados. Mas com a receita cada vez menor, como conseguir novos clientes sem ter de realizar investimentos? Talvez o frete seja a resposta que você precisava.

Vender em mercados distantes é algo que geralmente traz problemas e é evitado por muitos empresários. Sendo eles responsáveis pelo frete, acabam assumindo o ônus de um segmento com o qual não possuem afinidade. Os problemas são diversos: atrasos nas entregas, transportadoras que não cumprem com o combinado, clientes que não são corretamente informados a respeito das condições de pagamento e por aí vai.

Dito tudo isso, é preciso que você tenha em mente duas coisas antes de arriscar a sorte em um mercado distante: é preciso proporcionar a seus clientes uma solução de frete flexível e realista para suas necessidades; e também evitar ao máximo assumir o controle do frete, uma vez que essa não é sua área de atuação.

Agenciamento e frete online

Há muitos serviços de cotação online de frete no mercado hoje em dia. Alguns deles mais genéricos, outros especializados em segmentos como o e-commerce. A CARGOBR é um desses serviços. O grande diferencial de nossa plataforma é que você não precisa ser um especialista em fretes para lidar com ela – e nem seu cliente. Mas então, como você deve proceder?

Recomende em seu site ou plataforma de vendas algumas opções para entrega para seu cliente. Deixe claro que a compra do produto que você está vendendo não inclui os custos de transporte, mas forneça a ele condições para que possa agendar e realizar o frete sozinho. Contudo, quando você sugere a um cliente que ele mesmo deverá arcar com os custos de transporte, uma pergunta vem imediatamente à cabeça – quanto isso irá custar?

Você não tem possibilidades de responder a essa pergunta de modo imediato, mas a CARGOBR sim. Recomendando a seu cliente o uso da plataforma da CARGOBR, você estará proporcionando a ele uma forma instantânea e eficiente de realizar cotações em mais de 200 transportadoras, com preços e custos de transporte aparecendo em sua tela, em tempo real. A maioria das ferramentas de cotação de fretes solicita ao cliente dados sobre a carga, para que transportadoras façam posteriormente suas propostas – isso leva algum tempo. Com a ferramenta da CARGOBR, seu cliente pode ter ideia de quanto custará de fato o transporte da mercadoria no momento em que estiver comprando, sem surpresas e sem ter de esperar a boa vontade de transportadoras e operadores logísticos para efetuar a decisão de compra de seu produto.

A crise exige soluções criativas e inovadoras, além de respostas mais baratas e eficazes para seus problemas. Passe a contar com a CARGOBR em sua loja e preocupe-se em conseguir novos clientes – atendê-los na parte logística é algo que podemos fazer por você.

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As 5 coisas mais incríveis já transportadas pela Fedex

A gente geralmente imagina que as pessoas, além de documentos, enviam cargas comuns e corriqueiras pelos correios e serviços de courier. A verdade, entretanto, é que elas tentam enviar de tudo. A Fedex separou em um brilhante vídeo uma lista com as 5 coisas mais estranhas que a empresa já transportou – coisa que você pode conferir no vídeo, aqui embaixo, acompanhando nossa lista também, uma vez que o vídeo original está em inglês.

5° Lugar – Partes do Titanic

A Fedex realizou o transporte de mais de 90 toneladas em partes, peças e artefatos recuperados do Titanic, para uma exposição sobre o desastre do navio. Além de centenas de itens completamente diferentes, a carga incluía uma peça única do casco do navio, com mais de 1 tonelada.

4° Lugar – Ovos de Tartaruga

Para você que conhece o trabalho do Projeto Tamar, aqui no Brasil, imagine o transporte e movimentação de ovos de tartaruga, mas em proporções gigantescas. A Fedex realizou o transporte de ovos da região do Golfo do México até o Atlântico. No total, a companhia estima que cerca de 70 mil ovos tenham sido realocados em uma mesma operação. A obra-prima de logística ocorreu para que as tartarugas fossem poupadas, durante o grande vazamento de óleo que ocorreu em 2010 na região.

3° Lugar – Vinho Beaujolais Nouveau 2004

O transporte do vinho foi feito da França para o Japão – até aí, nada de mais. O problema é que o lote incluía 504 mil garrafas de vinho, pesando um total de 630 toneladas.

2° Lugar – 19 Pinguins Vivos

Isso mesmo, a Fedex transportou 19 pinguins vivos da Califórnia até Nova Orleans. Imagine só o trabalho para manter a temperatura desses animais durante a viagem… mas não foi só isso, pois o mesmo lote também inclui duas lontras marinhas.

1° Lugar – Ursos Pandas

Carga em termos… esses ursos viajaram, desde 2010, seis vezes na primeira classe em voos completamente fretados pela empresa apenas para esse fim, que foram apelidados inclusive de “Fedex Panda Express”.

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Procaminhoneiro e PSI – refinanciamento abre possibilidade de fôlego

Procaminhoneiro e PSI – refinanciamento abre possibilidade de fôlego

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou a liberação, no começo deste mês, da possibilidade de refinanciamento para caminhoneiros autônomos que adquiriram veículos até o final do ano passado pelos programas do Procaminhoneiro e PSI. Com a crise econômica, muitos condutores e profissionais que trabalham por conta própria se viram em dificuldades para iniciar ou manter o pagamento do financiamento de caminhões novos ou usados que adquiriram recentemente, mas com a notícia, é possível conseguir algum fôlego para enfrentar os meses por vir, que ainda devem oferecer muitos desafios e dificuldades para o setor de cargas como um todo.

Os caminhoneiros que entraram no programa até o dia 31 de dezembro do ano passado podem conseguir um fôlego de mais 12 meses sem ter de pagar as parcelas do financiamento. Para avaliar a possibilidade e conseguir esse empurrãozinho, é preciso procurar diretamente os bancos que foram acionados durante a contratação do financiamento. O refinanciamento não se aplica apenas aos condutores independentes: microempresas da área de cargas que faturem até R$ 2,4 milhões anuais também podem requerer os 12 meses adicionais de carência. O programa deve permitir a algumas empresas e profissionais acumular mais algum capital para ter de lidar com novas parcelas da compra de seus caminhões apenas a partir do segundo semestre de 2016. Contudo, é bom consultar as condições de cada banco para o refinanciamento e também solicitar a circular do BNDES à respeito das regras para a nova carência.

Abrangente

O refinanciamento dos programas do Procaminhoneiro e PSI é bastante abrangente – mesmo aqueles que não tem mais de 12 parcelas para pagar podem adiá-las para daqui um ano. Os juros incidentes são os mesmos já válidos para o programa em seu contrato original, conforme circular emitida pelo BNDES.

A possibilidade de refinanciamento acabou sendo aberta em virtude de uma das principais reivindicações das greves de caminhoneiros e entidades do setor no ano passado, e deve trazer algum alívio para a categoria de forma geral. O refinanciamento foi autorizado pela Lei 13.126, de 21 de Maio, regulamentada pela Resolução 4.409 do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Novas medidas ainda estão em estudo pelo BNDES e Governo Federal para dar suporte ao segmento no difícil momento econômico – entretanto especialistas avisam: talvez essa seja a última grande oportunidade de respirar aliviado.

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Radiofrequência – fortes e fracos

A tecnologia torna, a cada dia, mais preciso e fácil o rastreamento e identificação de cargas. Outro dia falamos a respeito dos já conhecidos e difundidos códigos de barra, e agora falaremos um pouco sobre o “próximo passo” na evolução das técnicas de rastreamento – a identificação por radiofrequência, conhecida simplesmente pela sigla RFID (do inglês, Radio Frequency IDentification).

O RFID consiste, grosso modo, da colocação de pequenos dispositivos conhecidos como “transponders” na carga (tags RFID) – apesar de pequeno, possui um chip e uma pequena antena, que permite a troca de sinais com uma base transmissora. No ramo de logística, esses pequenos transmissores estão substituindo códigos de barras na identificação de produtos, contêineres, entre outros. Com essa tecnologia é possível acessar dados sobre a carga a alguma distância, sem “leitores” de código e independentemente do posicionamento do produto ou embalagem.

Problemas

Apesar da utilização cada vez mais frequente dessa tecnologia, sua difusão ainda enfrenta algumas barreiras e problemas no segmento de monitoramento de cargas.

  • Preço – embora o barateamento e simplificação dos componentes tenha reduzido consideravelmente os preços das “tags”, a utilização das mesmas ainda é proibitiva no caso de produtos menores, itens individuais ou produtos para o consumidor final. Nos próximos anos a tecnologia ainda deve permanecer restrita a grandes cargas e operações no atacado entre empresas do setor logístico;
  • Energia – a vida útil de baterias ainda é um problema no caso dos dispositivos de RFID. Apesar de pequenos, esses transmissores acumulam um volume de dados crescente e realizam operações cada vez mais complexas, de modo que qualquer avanço tecnológico na duração das baterias é rapidamente absorvido por novas funcionalidades e capacidades nos transponders. Para abranger algumas novas aplicações em cargas de longa distância, no entanto, as tags teriam de ter uma vida útil virtualmente infinita;
  • Miniaturização – as tags atuais são realmente pequenas, quando consideramos o transporte de cargas em atacado. Entretanto, para uma migração da tecnologia para o mercado de consumo, radiotransmissores precisam ser ainda menores, praticamente imperceptíveis a olho nu.

 

Roubo de cargas: prejuízos de R$ 1 bilhão

Os prejuízos com o roubo de cargas no Brasil já superam R$ 1 bilhão, de acordo com estimativas e levantamentos de entidades do setor. No último balanço fechado pela NTC Logística, para 2011, prejuízos chegaram a R$ 920 milhões em mais de 13 mil ocorrências no país. Desse total, mais de 50% no estado de São Paulo e praticamente 85% apenas na Região Sudeste. O roubo e receptação de Leia Mais