Pedágio eletrônico – popularização e vantagens para o empresário

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publicado: 17/04/2014
pedagios

Pedágios eletrônicos economizam tempo nas viagens

Aquilo que começou há alguns anos como uma “mordomia” e curiosidade, atualmente já virou um artigo de primeira necessidade para quem mora nos arredores de São Paulo, por exemplo, e trabalha na capital. Pessoas que transitam todos os dias por estradas rumo ao trabalho, e que também utilizam estacionamentos de shoppings com frequência, ganham considerável tempo e deixar de gastar paciência com os sistemas de pedágio eletrônico. Também diríamos, não muito tempo atrás, simplesmente “Sem Parar” – o que na verdade é o nome da empresa que iniciou o serviço no país. Contudo, já temos pelos dois outros concorrentes que rapidamente ganham popularidade e mercado: o ConectCar e o Auto Expresso.

As duas concorrentes já operam nas principais estradas de São Paulo e também em vários estacionamentos na região metropolitana da capital. Ambas se utilizam dos mesmos sensores já antes utilizados pelo Sem Parar e possuem também planos para caminhoneiros autônomos ou transportadoras, a exemplo do que já ocorre com o líder de mercado. A tendência é que vejamos ainda mais empresas atuando com pedágio eletrônico nos próximos anos, uma vez que o número de pedágios e rodovias com cabines de cobrança só deve aumentar.

Mais do que conforto

É claro que, comercialmente falando, o Sem Parar e seus novos concorrentes foram vendidos e divulgados inicialmente como um conforto – e realmente são. Mas quando analisamos pelo ponto de vista empresarial, as vantagens do uso desses dispositivos vão além da mera comodidade dos motoristas. Muitas transportadoras já utilizam esses sistemas e, para as que não migraram ainda, talvez seja oportuno pensar no caso.

A começar pela rapidez: alguns trechos de rodovias comumente percorridos no transporte de cargas apresentam até 5, 10 ou mais pedágios em seu percurso. Se estimarmos um tempo médio em filas de cabines de 5 minutos em cada praça de cobrança e colocarmos as viagens de ida e volta no cálculo, podemos dizer que estamos perdendo de 50 a 100 minutos em cada uma dessas viagens. Ou seja, quase duas horas nas quais sua carga poderia de fato estar rodando.

Outro fator é a organização – com um controle mensal e eletrônico de viagens e pagamentos de pedágios, sua empresa pode mensurar quanto de fato está gastando com esse item, fazer projeções e provisões e tornar o que é uma despesa variável um custo fixo dentro dos balanços e demonstrações financeiras.

Finalmente, e aquilo que talvez seja o mais importante na realidade em que vivemos, motoristas e funcionários não precisam carregar centenas de reais em dinheiro para o pagamento de pedágios, o que reduz consideravelmente a exposição a assaltos e imprevistos, aumenta a segurança dos colaboradores e reduz também as probabilidades de fraudes.

Ainda não se convenceu? Então basta dar uma pesquisada entre seus concorrentes para chegar a uma decisão final…

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