maiores rodovias brasileiras

As maiores rodovias brasileiras

O Brasil é um país com 8 milhões e 500 mil km², sendo o quinto país em extensão territorial no mundo.

Para ter uma ideia dessa dimensão, se excluir a parte da Rússia Europeia, toda a Europa inteira caberia no Brasil e ainda teríamos espaço para mais alguns países.

Isso mesmo: Alemanha, Itália, França, Portugal, Inglaterra e todos os países da Europa caberiam no Brasil.

Outro fato muito interessante do país, é que o idioma falado é o português, estando você visitando o norte ou o extremo sul.

Por toda parte, todos se entendem, o que é diferente da maioria das grandes nações.

Nesse post, serão apresentadas as maiores rodovias brasileiras que ligam essa imensa área e que permite que população e produtos se desloquem e cheguem a todos os lugares. Confira!

As maiores rodovias brasileiras cortam o país

A maior rodovia do Brasil, é a BR-116, que tem 4.660 km de extensão. Como comparação, a maior rodovia de Portugal tem 738 km.

Isso significa mais de 6 vezes o tamanho da maior rodovia lusitana.

Passando pela natureza deslumbrante do Brasil, os que desejam viajar têm a oportunidade de avistar paisagens belíssimas.

O viajante também pode iniciar sua trajetória saindo no inverno de locais com temperaturas abaixo de zero grau e terminar sua viagem, na mesma rodovia, pronto para um delicioso banho de mar para se refrescar.

Conheça as 5 maiores rodovias brasileiras:

1 – BR-116

A maior rodovia do Brasil tem seu início na cidade de Fortaleza, capital do Ceará e, percorrendo 10 estados, chega ao seu final na cidade de Jaguarão, no estado do Rio Grande do Sul. São 4.660 km de estradas pavimentadas.

Passa pelos seguintes estados:

  • Ceará;
  • Paraíba;
  • Pernambuco;
  • Bahia;
  • Minas Gerais;
  • Rio de Janeiro;
  • São Paulo;
  • Paraná;
  • Santa Catarina;
  • Rio Grande do Sul.

2 – BR-101

Com 4.482 km, a BR-101 é a segunda maior rodovia do país, e também corta o Brasil de norte a sul.

Acompanhando o litoral brasileiro, possui lindas paisagens que combina o verde das matas e o azul do mar.

Inicia seu trajeto em Touros no Rio Grande do Norte e termina na cidade de Rio Grande no estado gaúcho. Atravessa 12 estados:

  • Rio Grande do Norte;
  • Paraíba;
  • Pernambuco;
  • Alagoas;
  • Sergipe;
  • Bahia;
  • Espírito Santo;
  • Rio de Janeiro;
  • São Paulo;
  • Paraná;
  • Santa Catarina;
  • Rio Grande do Sul.

3 – BR-364

A terceira maior rodovia do Brasil inicia seu trajeto na cidade de Limeira, estado de São Paulo e segue no sentido leste-oeste até o estado do Acre, terminando seu percurso na cidade de Mâncio Lima, na divisa com o Peru.

São 4.309 km de extensão, onde alguns trechos não possuem pavimentação, e na época de chuva a estrada apresenta inúmeros problemas e perigos. Atravessa 6 estados:

  • São Paulo;
  • Minas Gerais;
  • Goiás;
  • Mato Grosso;
  • Rondônia;
  • Acre.

4 – BR-230 – Transamazônica

Tal qual a BR-364, também possui 4.309 km e corta 7 estados da federação.

Mais da metade da sua extensão não é pavimentada, sendo intransitável nas épocas de chuva em alguns trechos. Divide com a BR-364 a terceira colocação entre as maiores rodovias brasileiras.

Alguns veículos ficam atolados na lama por dias em função das chuvas e do completo abandono e falta de manutenção da rodovia. Seu início fica na cidade de Cabedelo na Paraíba e termina em Lábrea no estado do Amazonas.

Corta o país no sentido leste-oeste e passa pelos seguintes estados:

  • Paraíba;
  • Ceará;
  • Piauí;
  • Maranhão;
  • Tocantins;
  • Pará;
  • Amazonas.

5 – BR-163

Essa rodovia atravessa o país de sul a norte e é a melhor opção para o escoamento das imensas plantações de soja e grãos do país. É a quinta maior rodovia do país.

São 4.057 km de extensão, iniciando seu percurso na cidade de Tenente Portela no Rio Grande do Sul e terminando em Santarém no estado do Pará. A rodovia corta 6 estados:

  • Rio Grande do Sul;
  • Santa Catarina;
  • Paraná;
  • Mato Grosso do Sul;
  • Mato Grosso;
  • Pará.

As maiores rodovias brasileiras cortam o país, proporcionando aos seus usuários as mais diversas paisagens, climas, culturas e costumes do povo.

O Brasil possui rodovias modernas e bem sinalizadas, especialmente nas regiões do sudeste e sul do país, no entanto, também carrega o peso da falta de manutenção em rodovias sem qualquer estrutura, colocando em risco a vida dos usuários.

São quase 22.000 km de estradas, somente nessas 5 rodovias, que mostram o Brasil nas suas mais variadas nuances e realidades.

Que tal um passeio pelo Brasil? Se você gostou desse post, conheça mais sobre nossas estradas lendo sobre as cinco rodovias mais estranhas do mundo.

o que é sku

O que é SKU?

Como se sabe, controlar os estoques e saber exatamente qual produto foi faturado, entregue ou devolvido é indispensável para a organização de qualquer negócio.

Para isso, existem os códigos que identificam cada produto comercializado por sua empresa.

Diferentes do código de barra, o SKU é uma informação indispensável para um controle efetivo e de fácil entendimento a respeito dos produtos e estoques.

Do inglês stock keeping unit, que significa unidade de manutenção de estoque, SKU é um código único utilizado para cada item que sua loja comercializa e que precisa ser implantado para que as operações se tornem simples e de fácil identificação.

Nesse post será apresentado o que é SKU e para que ele serve. Continue lendo e confira!

A importância do SKU no e-commerce

Para facilitar o entendimento a respeito de SKU, vale a utilização de um exemplo.

Imagine que determinada empresa comercialize roupas esportivas para todo o Brasil através de um e-commerce.

Certamente será necessário um estoque para poder atender a demanda que chega pelo site.

Cada tipo de roupa recebe um código, diferenciando as camisetas, calças, bermudas, meias e outros produtos oferecidos.

No entanto, a loja vende camisetas de diversas marcas, com tamanhos e cores diferentes, o que pode complicar os controles sem a adoção do SKU.

Utilizando e entendendo o que é SKU

Ainda no exemplo acima, pode-se criar um código específico para cada item do produto que identifique as características das camisetas, como, por exemplo:

camiseta da marca XYZ, na cor preta, tamanho P

O código SKU poderia ser: camxyzptp

Onde, cam significa camiseta, xyz mostra a marca, pt é a cor preta e p é o tamanho.

Cada empresa define o seu SKU, pois, não existem regras e obrigações a respeito, no entanto, o exemplo apresentado a partir da sua utilização, possibilita uma fácil identificação por parte dos funcionários e envolvidos no processo.

Supondo que um outro produto seja da mesma marca, cor e tamanho, só diferenciando o modelo, que nesse exemplo seria uma bermuda, poderia ser criado o seguinte SKU:

berxyzptp

Onde ber seria a identificação do produto e o restante seguindo o mesmo padrão, marca xyz, pt da cor preta e p do tamanho.

Para que serve o SKU?

Esse código auxilia imensamente nas análises de estoque, onde pode-se saber quais os produtos que possuem maior e menor giro, demonstrando à área de compras as mercadorias que não podem faltar e as que têm baixa comercialização.

Também fica mais fácil avaliar as trocas, devoluções, defeitos, etc.

Compreender o que é SKU e aplicá-lo, permite a análise e verificação de produtos, tamanhos e marcas, além de uma fácil visualização de histórico e um ganho de agilidade e qualidade na localização dos produtos no estoque, diminuindo significativamente as margens de erros.

Afinal de contas, o código do SKU auxilia no entendimento do que está sendo separado e preparado para expedição, uma vez que ali estão a marca, cor e tamanho.

Para a área de vendas, o código também ajuda em pesquisas, verificação de estoques e estatísticas que ajudam a promover a comercialização de produtos que pouco giram ou promoções especiais que deseja-se realizar.

A imensa maioria dos sistemas de gestão e de e-commerce já utilizam o SKU, o que facilita a integração das informações nas duas plataformas.

Não é complicado entender o que é SKU e compreender que é um grande facilitador para localização e separação, de modo organizado, de itens que possuem as mesmas características, mas com detalhes que fazem toda a diferença.

Agora que você já consegue entender as facilidades e importância da adoção do SKU em seus produtos, leia também algumas dicas para um controle de estoque eficiente.

motorista de caminhão

Passo a passo para se tornar motorista de caminhão

Muitas crianças já sonharam em um dia dirigir uma carreta e sair pelas estradas do mundo.

Imaginar a vida de um motorista de caminhão que viaja por todo o país, possui amigos de norte a sul e conhece muitas cidades e muitas paisagens deslumbrantes, também já fez parte do sonho de muita gente.

No entanto, tornar-se um motorista é assumir muitas responsabilidades, pois, envolve vidas, pressão para chegar e estar pronto para partir. É necessário muita maturidade e dedicação.

Nesse post será apresentado um passo a passo do que é necessário para se tornar um motorista de caminhão. Confira!

Como se tornar um motorista de caminhão?

Para ingressar na profissão de motorista, não basta apenas boa vontade e o desejo de viajar.

A profissão exige dedicação, conhecimento técnico, equilíbrio comportamental e emocional.

A caminhada envolve persistência, trabalho e muita vontade, mas o retorno é compensador e de grandes oportunidades.

Vamos aos passos:

1 – CNH – Carteira Nacional de Habilitação

A carteira de motorista para caminhoneiros que desejam trabalhar com grandes veículos precisa ser da categoria “E” que, segundo a legislação, é a que proporciona a habilitação para dirigir trailers, carretas e articulados, acima de 6 toneladas.

Para obter essa condição, algumas exigências precisam ser atendidas:

  • Estar habilitado há pelo menos um ano na categoria “C” ou há um ano na “D” e ter no mínimo 21 anos;
  • Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima nos últimos 12 meses;
  • Não ser reincidente em infrações médias nos últimos 12 meses;
  • Realizar exame médico;
  • Realizar avaliação psicológica;
  • Apresentar comprovante de aulas práticas em direção veicular;
  • Fazer a prova e ser aprovado nos testes de direção veicular.

Para os motoristas que pretendem transportar cargas consideradas perigosas, é necessário a comprovação de curso especializado no assunto.

2 – Buscar oportunidades no mercado

De posse de sua carteira de habilitação, o momento agora é o de buscar sua primeira oportunidade.

Existem duas possibilidades:

Empregado – onde você se coloca à disposição das transportadoras ou empresas que necessitam de motoristas.

Autônomo – você pode adquirir seu primeiro caminhão, mas precisa lembrar que terá que pagar o financiamento, conseguir cargas e sobreviver com a receita gerada pelos fretes.

3 – Exigência para os profissionais autônomos

A Lei n.º 11.442 de 5 de janeiro de 2007, artigo 2º, exige que o Transportador Autônomo de Carga (TAC) deverá fazer sua inscrição no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) da ANTT.

Para se regularizar, ele deverá comparecer em uma das unidades regionais da agência ou em um posto credenciado e comprovar requisitos como ter Cadastro de Pessoa Física (CPF ativo) e Carteira de Identidade (RG).

Deverá ainda, estar em dia com sua contribuição sindical e ser proprietário, co-proprietário ou arrendatário de, no mínimo, um veículo ou uma combinação de veículos de tração e de cargas.

Esse veículo deverá ter Capacidade de Carga Útil – CCU, igual ou superior a quinhentos quilos.

Ainda, o futuro autônomo deverá ser aprovado em um curso específico ou ter ao menos três anos de experiência na atividade.

O curso específico para o TAC terá que ser ministrado por instituição de ensino credenciada nas Secretarias Estaduais de Educação ou em cursos ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem em Transporte, Sistema “S”.

4 – Cidade ou Estrada

Existem muitas oportunidades como motorista de caminhão, no entanto, o formato de trabalho é diferenciado nas cidades e nas estradas.

O motorista que possui a CNH categoria “C”, já pode trabalhar com caminhões que tenham como peso bruto entre 3.500 kg e 6.000 kg. Normalmente são caminhões leves para entregas nas cidades.

Já a categoria “D” é destinada a motoristas para transporte de passageiros.

Se o seu desejo for trabalhar como motorista de caminhão nas estradas, dirigindo veículos acima de 6 toneladas, obrigatoriamente deverá ter a CNH Categoria “E”.

Normalmente as empresas contratam os novatos para trabalhos próximos a sua sede e na medida em que adquirem experiência, são promovidos a viagens mais longas com veículos maiores.

Agora é com você! Faça o planejamento de sua carreira, cumpra suas obrigações e vá para o mercado de trabalho, o Brasil precisa de bons motoristas profissionais.

Se você gostou desse post, leia também Frotas e Estradas – um crescimento desigual.

investimentos na amazônia

Investimentos na Amazônia: como está prevista a infraestrutura da região?

Quando o assunto é economia, a região norte do Brasil é considerada a menos industrializada do país, mesmo com a existência do conhecido polo industrial da Zona Franca de Manaus.

Em contrapartida, por conta da Floresta Amazônica, o norte é a região mais rica em biodiversidade natural e o extrativismo mineral e vegetal se constituem na principal atividade econômica.

Uma das promessas de campanha do atual presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, foi investir de forma significativa na Amazônia para facilitar principalmente o transporte rodoviário da região.

Recentemente, a imprensa nacional começou a divulgar que o Governo Federal planeja um pacote de obras para a Amazônia.

Nesse post você vai saber quais os investimentos na Amazônia estão sendo previstos e como eles ajudarão na infraestrutura local e na economia nacional.

A região norte e suas características

A região norte é composta por sete estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Pará e Amazonas são mais desenvolvidos economicamente, os demais, cada um tem o seu destaque na extração e beneficiamento de algum produto, como, por exemplo, Rondônia na produção de café e Tocantins no agronegócio.

Outra característica é que a região possui algumas cidades que são completamente isoladas umas das outras devido a presença marcante de rios.

O isolamento se dá, principalmente, pela dificuldade em chegar até esses lugares, uma vez que o meio de transporte é apenas fluvial.

Outra dificuldade do local é que boa parte dos acessos para carros e caminhões ainda é de barro, o que torna o transporte rodoviário um grande desafio.

Esse obstáculo faz com que o desenvolvimento econômico da região não evolua de acordo com o seu potencial.

Por isso, a necessidade de investimentos na Amazônia para melhorar a infraestrutura, principalmente quando o assunto é transporte de pessoas e cargas aos pontos isolados.

Pacote de obras para a Amazônia

Cumprindo a promessa de campanha, o presidente Jair Bolsonaro anunciou o plano para desenvolvimento da região amazônica.

Dentro desse planejamento, três grandes obras estão previstas:

  • Construção de uma ponte sobre o Rio Amazonas na cidade de Óbidos;
  • Construção de uma hidrelétrica em Oriximiná;
  • Extensão da BR-163 até a fronteira do Suriname, país vizinho.

Os benefícios das obras

Dentro dos planos do Governo Federal, a construção de uma hidrelétrica na cidade de Oriximiná, no estado do Pará, terá a função de abastecer a Zona Franca de Manaus e região, evitando e reduzindo os apagões.

Os dois outros investimentos na Amazônia, interferem na qualidade e melhoria do transporte rodoviário tanto de pessoas, como de cargas em geral.

Obras para acessibilidade

Em relação à ampliação da BR-163, é preciso dizer que ela começou a ser construída nos anos 70 e ainda não foi concluída totalmente, sendo um dos argumentos da paralisação os constantes atoleiros existentes na região norte.

A rodovia liga Cuiabá, em Mato Grosso (Centro-Oeste), a Santarém, no Pará, e será um passo decisivo para o crescimento do transporte rodoviário de cargas e pessoas em toda a região, bem como aos demais pontos do país.

A construção da ponte, por sua vez, servirá como opção para usar o transporte rodoviário para o carregamentos da maior parte da produção de grãos e produtos do Centro-Oeste, atividade ainda realizada por balsas e barcos.

Todo o conjunto das obras anunciadas certamente trarão benefícios para os moradores da região amazônica, bem como farão com que a indústria, de modo geral, possa ficar mais competitiva na qualidade da entrega de seus produtos.

A CARGOBR, acreditando no progresso do Brasil, investe em tecnologia e coloca à disposição do mercado uma plataforma que possibilita a contratação dos melhores serviços de transportadora para atender com qualidade a necessidade de cada cliente.

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Imagem: reprodução Jornal O Globo

IRPJ

IRPJ e CSLL de uma maneira simplificada

Se você tem uma empresa, sabe a imensa sopa de letrinhas de impostos que precisam ser pagos: PIS/Pasep, ICMS, ISS, IPI, CPP, IRPJ E CSLL.

Muitos deles são pagos, sem sequer ter um entendimento real sobre eles. Mas, saber o que cada um significa e como calculá-los é essencial para uma boa gestão.

O post de hoje fala sobre IRPJ e CSLL, também chamados de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

Se você quer saber tudo sobre IRPJ e CSLL, continue lendo o post!

O que é IRPJ, Imposto de Renda de Pessoa Jurídica?

Assim como o nome já diz, o IRPJ é um imposto de renda, só que para empresas.

É cobrado de todas as empresas registradas, exceto Microempreendedor Individual (MEI), ONGs e empresas filantrópicas, culturais, recreativas e científicas.

O valor da alíquota do IRPJ varia de acordo com o modelo de tributação da empresa. Mas, em regra geral é cobrado 15% de todo o lucro.

Em caso de empresas muito grandes, normalmente aquelas que passaram por alguma fusão, e que lucram um valor notável por mês, pode haver a cobrança adicional de 10%.

O Imposto de Renda de Pessoa Jurídica pode ser declarado a cada três meses ou uma única vez por ano, sendo uma escolha da empresa.

Caso ele seja declarado trimestralmente deve ser pago nas datas:

  • 31 de março,
  • 30 de junho,
  • 30 de setembro,
  • 31 de dezembro.

Caso ocorra incorporação, fusão ou cisão, a apuração do imposto deve ocorrer na data do evento. O mesmo ocorre para encerramento de atividades.

O pagamento desse tributo deve ser feito através da DARF, uma guia que o contador gera.

O Governo Federal está cada vez mais modernizando seu sistema e cruzando dados para pegar falhas nas declarações. Sabemos o quanto é difícil cumprir com suas obrigações fiscais, mas o “barato” pode sair caro.

Como calcular IRPJ?

O IRPJ é calculado de forma diferente de acordo com a receita da empresa e do seu regime tributário.

Lucro Presumido

O Governo Federal tem uma tabela que prevê o percentual da receita das empresas do Lucro Presumido com os valores entre 1,6% a 32%, dependendo da atividade do negócio. Deste valor, 15% é correspondente ao IRPJ.

A tabela do Governo que define qual o percentual sobre a receita pode ser vista neste link.

Muita informação, né?

Vamos à prática: se uma empresa do Lucro Presumido fatura R$ 100 mil e possui 32% de margem na tabela do Governo, seu lucro estimado é de R$ 32 mil. Desses R$ 32 mil, 15% é IRPJ, resultando R$ 4,8 mil de tributos.

Lucro Real

Nas empresas do Lucro Real a conta é mais simples.

A alíquota é de 15% sobre o lucro real da companhia. Caso a empresa exceda R$ 20 mil por mês na cobrança de IR, ela também paga 10% sobre o valor que exceder.

Lucro Arbitrado

O cálculo do IRPJ do Lucro Arbitrado tem o mesmo funcionamento do Lucro Presumido, mas o percentual da receita das empresas muda.

A tabela do Governo que define o percentual sobre a receita pode ser vista na pergunta 012 deste documento.

Simples Nacional

O Simples Nacional tem uma cobrança de IRPJ diferente devido ao pagamento de diversos tributos em uma única guia mensal.

O Imposto de Renda do Simples é pago a cada emissão de nota fiscal da empresa e sofre alterações nos valores da alíquota conforme o faturamento.

Para o Simples Nacional, o melhor é pedir ajuda ao seu contador!

O que é CSLL, Contribuição Social sobre Lucro Líquido?

A CSLL é um tributo que é pago a fim de financiar a Seguridade Social, ou seja, o imposto a destinado como forma de proteger a cidadania.

A verba arrecadada pela CSLL vai para o SUS, a Assistência Social e a Previdência Social (auxílio doença, invalidez, aposentadoria, desemprego, maternidade, etc.).

Todas as pessoas jurídicas, com as mesmas exceções do IRPJ, devem pagar a CSLL. Porém, a alíquota para cada caso muda bastante.

Qual o valor da alíquota da CSLL?

Assim como o IRPJ, a alíquota depende diretamente do regime de tributação da empresa.

Lucro Real

A base de cálculo deve ser ajustada no LALUR, o Livro de Apuração do Lucro Real, que mostra adições e exclusões de porcentagem de taxa conforme determinação do Governo.

Após esses ajustes, é aplicado a alíquota da CSLL e chega-se ao valor que deve ser pago. É possível ainda, arrecadar a CSLL, por meio de uma estimativa de lucro mensal.

Nesse estilo de cálculo as regras são a mesmas para o Lucro Presumido, que vamos ver agora.

Lucro Presumido e Lucro Arbitrado

O regime tributário do Lucro Presumido é calculado da mesma forma do Lucro Arbitrado.

O Fisco utiliza as alíquotas de presunção para determinar o lucro da empresa.

A alíquota de presunção depende diretamente da atividade que a empresa realiza, sendo:

  • 32% da receita dos serviços prestados (não se aplica a serviços de transporte de carga e serviços médicos);
  • 12% da receita de vendas.

Utilizando um exemplo para melhor compreensão: uma empresa, em um trimestre, vende R$ 10 mil e presta serviços por R$ 15 mil. Dessa forma:

  • 32% de R$ 15.000 = R$ 4.800
  • 12% de R$ 10.000 = R$ 1.200
  • Valor total a ser tributado: R$ 4.800 + R$ 1.200 = R$ 6.000

Depois desse cálculo é necessário aplicar a alíquota da CSLL em 9% para pessoas jurídicas em geral, ou 15% para entidades financeiras e equiparadas, e determinar o quanto será a tributação do período.

No exemplo dado acima, a taxa seria de 9%. Logo: 9% de R$ 6.000,00, sendo o valor final do imposto R$ 540.

Além disso, ainda devem ser adicionados na base do cálculo alguns itens, que podem ser verificados nesse link.

Simples Nacional

Como comentamos ao falar de IRPJ, o Simples Nacional arrecada os impostos de forma diferente.

A CSLL é obrigatória para as empresas com esse regime de tributação, mas não segue as alíquotas de 9% ou 15%.

Para entender sobre a arrecadação da CSLL para Simples Nacional é preciso entrar em contato com o seu contador para verificar a variabilidade da alíquota da CSLL em conformidade com a receita bruta anual da sua empresa.

Agora que você já sabe o que é IRPJ e CSLL, qual tal descobrir mais sobre IPI?