principais transportadoras nacionais

As principais transportadoras do Brasil

A logística é de fundamental importância no processo de vendas, afinal de contas, seu cliente só ficará tranquilo quando o receber o seu pedido em mãos.

Tanto em vendas por e-commerce, como em operações comerciais no modelo tradicional, a escolha da transportadora é muito importante para fechar com chave de ouro a sua negociação.

Afinal, a qualidade no atendimento inicia-se no primeiro contato e só termina após a entrega da mercadoria, e todo esse processo é que fará seu cliente retornar para novas compras.

Nesse post, você conhecerá 5 principais transportadoras do Brasil que desempenham seu papel na logística de forma assertiva. Confira!

As principais transportadoras do Brasil

O Brasil é o país que mais concentra transporte de cargas por vias rodoviárias do mundo.

Possui uma frota de caminhões de fazer inveja, que circulam de norte a sul e de leste a oeste desse imenso país.

Portanto, as principais transportadoras do Brasil estão entre as maiores do mundo, atendendo as mais diversas necessidades e nos mais diferentes modelos.

Conheça as principais delas, em ordem alfabética, a seguir:

Embraen

Atendendo empresas como Americanas, Grupo Herval e DPASCHOAL, há 18 anos a Embraen oferece soluções integradas de transporte.

Sede: Embu das Artes/SP.

Filiais: Pernambuco e Paraná.

Atende todo o Brasil.

Site: http://www.embraen.com.br/

Principais serviços:

  • Carga lotação;
  • Carga fracionada;
  • Armazenagem física, gerenciamento, movimentação e distribuição;
  • Escolta;
  • Informação e rastreamento;
  • Entregas em magazines e varejos;
  • Transporte aéreo.

FedEx

A FedEx é a maior empresa de entregas expressas do mundo, atuando em mais de 220 países.

Mantém um quadro com 9 mil funcionários e fechou o ano de 2018 com um faturamento global de aproximadamente US$ 67 bilhões.

Sede: Estados Unidos.

Sede no Brasil: São Paulo/SP.

Filiais e pontos de operação: todo o Brasil.

Atende todo o mundo.

Site: https://www.fedex.com/pt-br/home.html

Principais serviços:

GRAN Cargo

A GRAN Cargo atende mais de mil cidades brasileiras e um dos seus diferenciais é o Door to Door, um serviço que consiste na coleta e entrega porta-a-porta.

Sua estrutura permite atender o fornecedor, a indústria e comércio.

Sede: São Paulo/SP.

Filiais: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Minas Gerais.

Atende a todos os estados onde possui matriz e filiais.

Site: http://www.grancargo.com.br/

Principais serviços:

  • Carga fracionada;
  • Carga lotação;
  • Operação reversa.

Nowlog

Desenvolvendo seus trabalhos e tornando-se uma especialista no atendimento às lojas virtuais, aplica as melhores práticas e todo seu conhecimento logístico para atender ao complexo e exigente mercado do varejo eletrônico.

Sede: Jundiaí/SP

Filiais: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo, Tocantins e Pará.

Atende a todos os estados onde possui matriz e filiais e o estado de Santa Catarina.

Site: https://nowlogistica.com/

Principais serviços:

  • Carga fracionada;
  • Especialista em atendimento às pequenas encomendas;
  • Expert no atendimento de lojas virtuais, televendas e vendas por catálogos;
  • Rastreamento.

TSV

Tendo a qualidade como meta, a TSV investe pesado em treinamento de pessoal e tecnologia, recebendo premiações pelo seu desempenho, e obtendo certificações importantes junto aos órgãos federais.

São milhares de caminhões e estruturas prontas para levar sua carga ao local de destino com qualidade, profissionalismo e rapidez.

Sede: Goiânia/GO

Filiais: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Distrito Federal, Tocantins.

Atende a todos os estados onde possui matriz e filiais.

Site: http://www.tsvtransportes.com.br/

Principais serviços:

  • Carga fracionada;
  • Carga lotação;
  • Rastreamento.

Empresas sérias e comprometidas, como as apresentadas nesse post, podem ser encontradas na plataforma da CARGOBR, desenvolvida com o objetivo de oferecer as melhores opções de transporte para o seu negócio.

Acesse agora a plataforma e faça uma cotação gratuita.

Multimodal e intermodal

Multimodal e intermodal: tudo igual e completamente diferente

Muitas vezes é necessário usar mais de um meio de transporte para o envio de cargas à longa distância e isso exige todo um processo de logística mais assertivo.

Os termos multimodal e intermodal estão ligados entre si por se tratarem de operações que usam diferentes modais de transporte para cargas.

Ambas as operações mesclam os meios de transportes, valendo-se de vias terrestres, aquáticas e aéreas para o percurso da carga.

Embora parecidas em termos de uso, existe significativa diferença entre elas e é sobre esse assunto que o post vai falar.

Multimodal e intermodal: saiba mais sobre essas opções de transportes.

Transporte Multimodal

Multimodal trata-se de um conceito que envolve a movimentação de bens por dois ou mais modos de transporte, a partir de um único contrato.

Esse contrato é realizado entre a empresa que necessita despachar a mercadoria e por um OTM (Operador de Transporte Multimodal), que vai assumir toda a responsabilidade pela entrega da carga, desde a origem até o destino dela.

No multimodal o operador será o agente principal e responsável pela carga. Será ele quem vai organizar todo o processo de transporte, se encarregando das mudanças de modais em nome do cliente com quem foi firmado o contrato.

Nessa operação é usado o Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas (CTMC), documento válido não apenas como contrato, mas também como comprovante fiscal.

Mesmo que o OTM (o operador) possa não realizar diretamente nenhuma etapa do transporte, se responsabiliza totalmente pela carga em si.

No Brasil, o transporte multimodal é muito usado para a carga de mercadorias commodities e produtos de valor agregado.

Sobre o OTM

Os OTMs são empresas ou operadoras que assumem toda a responsabilidade perante o proprietário da carga e realizam a entrega, organizando diretamente todo o processo.

Esse processo poderá ser feito pelo próprio OTM ou por intermédio de terceiros, contratados por ele.

Todo OTM deve possuir habilitação e registro prévio na Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT, para ser capacitado a desenvolver a operação.

Transporte Intermodal

O sistema intermodal também envolve a utilização de mais de um meio de transporte para levar a carga até o destino final.

O que difere é como é realizada a operação.

Quando o cliente opta pelo sistema intermodal, a cada nova mudança de meio ou modal de transporte, um contrato diferente entra em vigor.

Seu diferencial também está no fato em que as divisões de responsabilidades são passadas adiante a cada troca de contrato.

Em resumo…

Pode-se perceber que tanto no sistema multimodal como no intermodal serão utilizados mais de um meio para o transporte da carga.

E que, embora usem meios iguais, apresentam diferenças como:

No multimodal existe um único documento para toda a operação e há um operador que é responsável por toda ação.

Além disso, o CTMC é válido como documento fiscal durante todo o processo: desde a coleta até a entrega efetiva ao cliente final.

Isso simplifica toda a operação em termos de burocracia em envio de contratos e garante maior comodidade e segurança porque existe um único operador responsável.

Já no intermodal sempre que a carga sair de um caminhão e precisar utilizar um outro modal, há necessidade de um novo contrato para essa operação. A responsabilidade é dividida entre todos os envolvidos em cada etapa.

O uso do transporte intermodal, geralmente, tem como objetivo negociar e reduzir os custos de cada operação, fazendo com que o frete se torne mais barato.

Decidir qual é a melhor opção entre multimodal e intermodal depende de uma análise criteriosa de detalhes, como praticidade, prazo para entrega, condições climáticas e geográficas, etc.

Tudo isso deve ser cuidadosamente avaliado antes da escolha.

Agora que você já sabe a diferença entre multimodal e intermodal, que tal conhecer outros conteúdos relacionados à logística? Acesse aqui!

FTL e LTL

FTL e LTL: o que significam essas siglas?

As siglas FTL e LTL referem-se a capacidade de carga dos caminhões, onde para cada um dos casos existem regras e políticas próprias e diferenciadas.

São duas siglas que servem como referência e que possuem características diferentes na contratação de fretes, alterando valores, condições e tempo de entrega das mercadorias.

Elas foram criadas especificamente para o transporte rodoviário e são utilizadas com bastante frequência nesse segmento.

Nesse post, conheça as diferenças entre FTL e LTL.

O que é FTL e LTL?

A sigla FTL, do inglês Full TruckLoad, é utilizada quando determinada carga é suficiente para completar um caminhão inteiro.

Já a LTL, de Less than TruckLoad, é utilizada quando a carga a ser despachada não é suficiente para ocupar a capacidade total de um caminhão.

As duas situações são tratadas de forma diferenciada pelas empresas de transporte e possuem vantagens e desvantagens, como veremos a seguir.

Vantagens e desvantagens da FTL

Normalmente, a FTL é utilizada por empresas que possuem grandes necessidades de transporte e que fecham contratos por determinado período.

É muito comum no transporte de soja, grãos em geral, carvão e mercadorias que precisam ser transportadas em grandes quantidades para um mesmo local.

As vantagens são:

  • Possibilidade de negociar valores mais baixos em função da garantia de carga;
  • Tempo de transporte menor, uma vez que a carga é única;
  • Sem paradas ou manejo da carga, o que diminui danos e perdas.

Desvantagens:

  • Não há como reduzir custos e compartilhar o transporte com terceiros, sendo necessário assumir os valores da carga completa;
  • O endereço de entrega é único, não sendo possível realizar entregas para diversos clientes.

Vantagens e desvantagens da LTL

O LTL também é conhecido como carga fracionada, uma vez que o valor do transporte é dividido entre interessados em despachar mercadorias para um mesmo local, mas em vários endereços.

Esse modelo é muito utilizado por lojas e distribuidoras que necessitam entregar pequenas embalagens.

As vantagens são:

  • Dividir o custo de transporte com outros interessados na mesma rota;
  • Entregar a encomenda no endereço que desejar, independente de volume ou peso.

As desvantagens:

  • O tempo de entrega é maior que o da FTL, pois, a mercadoria entrará no cronograma da transportadora;
  • Os riscos de danos e perda são maiores, uma vez que o caminhão possui programação de entregas onde ocorrem paradas e manejos de mercadorias.

Transporte para todos os gostos e necessidades

A combinação de FTL e LTL é bastante utilizada pelas transportadoras.

Elas viajam com carga fechada até um depósito ou filial e lá, com veículos menores, fazem a entrega no sistema LTL pelas redondezas.

A plataforma CARGOBR possibilita a escolha da melhor opção para sua empresa, facilitando cotações com centenas de transportadoras que atuam nos sistemas FTL e LTL. Acesse e faça uma cotação gratuita.

o que é sku

O que é SKU?

Como se sabe, controlar os estoques e saber exatamente qual produto foi faturado, entregue ou devolvido é indispensável para a organização de qualquer negócio.

Para isso, existem os códigos que identificam cada produto comercializado por sua empresa.

Diferentes do código de barra, o SKU é uma informação indispensável para um controle efetivo e de fácil entendimento a respeito dos produtos e estoques.

Do inglês stock keeping unit, que significa unidade de manutenção de estoque, SKU é um código único utilizado para cada item que sua loja comercializa e que precisa ser implantado para que as operações se tornem simples e de fácil identificação.

Nesse post será apresentado o que é SKU e para que ele serve. Continue lendo e confira!

A importância do SKU no e-commerce

Para facilitar o entendimento a respeito de SKU, vale a utilização de um exemplo.

Imagine que determinada empresa comercialize roupas esportivas para todo o Brasil através de um e-commerce.

Certamente será necessário um estoque para poder atender a demanda que chega pelo site.

Cada tipo de roupa recebe um código, diferenciando as camisetas, calças, bermudas, meias e outros produtos oferecidos.

No entanto, a loja vende camisetas de diversas marcas, com tamanhos e cores diferentes, o que pode complicar os controles sem a adoção do SKU.

Utilizando e entendendo o que é SKU

Ainda no exemplo acima, pode-se criar um código específico para cada item do produto que identifique as características das camisetas, como, por exemplo:

camiseta da marca XYZ, na cor preta, tamanho P

O código SKU poderia ser: camxyzptp

Onde, cam significa camiseta, xyz mostra a marca, pt é a cor preta e p é o tamanho.

Cada empresa define o seu SKU, pois, não existem regras e obrigações a respeito, no entanto, o exemplo apresentado a partir da sua utilização, possibilita uma fácil identificação por parte dos funcionários e envolvidos no processo.

Supondo que um outro produto seja da mesma marca, cor e tamanho, só diferenciando o modelo, que nesse exemplo seria uma bermuda, poderia ser criado o seguinte SKU:

berxyzptp

Onde ber seria a identificação do produto e o restante seguindo o mesmo padrão, marca xyz, pt da cor preta e p do tamanho.

Para que serve o SKU?

Esse código auxilia imensamente nas análises de estoque, onde pode-se saber quais os produtos que possuem maior e menor giro, demonstrando à área de compras as mercadorias que não podem faltar e as que têm baixa comercialização.

Também fica mais fácil avaliar as trocas, devoluções, defeitos, etc.

Compreender o que é SKU e aplicá-lo, permite a análise e verificação de produtos, tamanhos e marcas, além de uma fácil visualização de histórico e um ganho de agilidade e qualidade na localização dos produtos no estoque, diminuindo significativamente as margens de erros.

Afinal de contas, o código do SKU auxilia no entendimento do que está sendo separado e preparado para expedição, uma vez que ali estão a marca, cor e tamanho.

Para a área de vendas, o código também ajuda em pesquisas, verificação de estoques e estatísticas que ajudam a promover a comercialização de produtos que pouco giram ou promoções especiais que deseja-se realizar.

A imensa maioria dos sistemas de gestão e de e-commerce já utilizam o SKU, o que facilita a integração das informações nas duas plataformas.

Não é complicado entender o que é SKU e compreender que é um grande facilitador para localização e separação, de modo organizado, de itens que possuem as mesmas características, mas com detalhes que fazem toda a diferença.

Agora que você já consegue entender as facilidades e importância da adoção do SKU em seus produtos, leia também algumas dicas para um controle de estoque eficiente.

motorista de caminhão

Passo a passo para se tornar motorista de caminhão

Muitas crianças já sonharam em um dia dirigir uma carreta e sair pelas estradas do mundo.

Imaginar a vida de um motorista de caminhão que viaja por todo o país, possui amigos de norte a sul e conhece muitas cidades e muitas paisagens deslumbrantes, também já fez parte do sonho de muita gente.

No entanto, tornar-se um motorista é assumir muitas responsabilidades, pois, envolve vidas, pressão para chegar e estar pronto para partir. É necessário muita maturidade e dedicação.

Nesse post será apresentado um passo a passo do que é necessário para se tornar um motorista de caminhão. Confira!

Como se tornar um motorista de caminhão?

Para ingressar na profissão de motorista, não basta apenas boa vontade e o desejo de viajar.

A profissão exige dedicação, conhecimento técnico, equilíbrio comportamental e emocional.

A caminhada envolve persistência, trabalho e muita vontade, mas o retorno é compensador e de grandes oportunidades.

Vamos aos passos:

1 – CNH – Carteira Nacional de Habilitação

A carteira de motorista para caminhoneiros que desejam trabalhar com grandes veículos precisa ser da categoria “E” que, segundo a legislação, é a que proporciona a habilitação para dirigir trailers, carretas e articulados, acima de 6 toneladas.

Para obter essa condição, algumas exigências precisam ser atendidas:

  • Estar habilitado há pelo menos um ano na categoria “C” ou há um ano na “D” e ter no mínimo 21 anos;
  • Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima nos últimos 12 meses;
  • Não ser reincidente em infrações médias nos últimos 12 meses;
  • Realizar exame médico;
  • Realizar avaliação psicológica;
  • Apresentar comprovante de aulas práticas em direção veicular;
  • Fazer a prova e ser aprovado nos testes de direção veicular.

Para os motoristas que pretendem transportar cargas consideradas perigosas, é necessário a comprovação de curso especializado no assunto.

2 – Buscar oportunidades no mercado

De posse de sua carteira de habilitação, o momento agora é o de buscar sua primeira oportunidade.

Existem duas possibilidades:

Empregado – onde você se coloca à disposição das transportadoras ou empresas que necessitam de motoristas.

Autônomo – você pode adquirir seu primeiro caminhão, mas precisa lembrar que terá que pagar o financiamento, conseguir cargas e sobreviver com a receita gerada pelos fretes.

3 – Exigência para os profissionais autônomos

A Lei n.º 11.442 de 5 de janeiro de 2007, artigo 2º, exige que o Transportador Autônomo de Carga (TAC) deverá fazer sua inscrição no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) da ANTT.

Para se regularizar, ele deverá comparecer em uma das unidades regionais da agência ou em um posto credenciado e comprovar requisitos como ter Cadastro de Pessoa Física (CPF ativo) e Carteira de Identidade (RG).

Deverá ainda, estar em dia com sua contribuição sindical e ser proprietário, co-proprietário ou arrendatário de, no mínimo, um veículo ou uma combinação de veículos de tração e de cargas.

Esse veículo deverá ter Capacidade de Carga Útil – CCU, igual ou superior a quinhentos quilos.

Ainda, o futuro autônomo deverá ser aprovado em um curso específico ou ter ao menos três anos de experiência na atividade.

O curso específico para o TAC terá que ser ministrado por instituição de ensino credenciada nas Secretarias Estaduais de Educação ou em cursos ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem em Transporte, Sistema “S”.

4 – Cidade ou Estrada

Existem muitas oportunidades como motorista de caminhão, no entanto, o formato de trabalho é diferenciado nas cidades e nas estradas.

O motorista que possui a CNH categoria “C”, já pode trabalhar com caminhões que tenham como peso bruto entre 3.500 kg e 6.000 kg. Normalmente são caminhões leves para entregas nas cidades.

Já a categoria “D” é destinada a motoristas para transporte de passageiros.

Se o seu desejo for trabalhar como motorista de caminhão nas estradas, dirigindo veículos acima de 6 toneladas, obrigatoriamente deverá ter a CNH Categoria “E”.

Normalmente as empresas contratam os novatos para trabalhos próximos a sua sede e na medida em que adquirem experiência, são promovidos a viagens mais longas com veículos maiores.

Agora é com você! Faça o planejamento de sua carreira, cumpra suas obrigações e vá para o mercado de trabalho, o Brasil precisa de bons motoristas profissionais.

Se você gostou desse post, leia também Frotas e Estradas – um crescimento desigual.