sociedade anônima

Sociedade Anônima: documentos para a abertura.

Se você já sabe que o tipo de sociedade que mais se adequa ao seu negócio é a Sociedade Anônima (também conhecida por SA), esse post é para você!

O processo de formalização da Sociedade Anônima é burocrático, sendo necessário o acompanhamento de um profissional contábil.

Apesar disso, você pode agilizar algumas partes, como a separação dos documentos necessários, bem como ter um maior entendimento sobre como funciona todo o processo.

Esse post é destinado para você que quer abrir uma Sociedade Anônima e saber, antecipadamente, quais documentos precisa, continue lendo!

O que é uma sociedade anônima?

Denomina-se Sociedade Anônima a empresa com fins lucrativos que tenha o seu capital dividido em ações.

Nas Sociedades Anônimas, as responsabilidades de seus sócios se limitam às quantidades das ações que cada um deles tem. Esses sócios são chamados de acionistas.

Uma sociedade pode, por exemplo, ser constituída de três sócios, sendo um com 51% das ações, outro com 32% e outro com 17%.

Isso significa que a responsabilidade do primeiro sócio é de 51%, do segundo 32% e o terceiro apenas 17%.

Documentos necessários para a abertura de uma Sociedade Anônima

A primeira dica para quem quer constituir uma Sociedade Anônima é se orientar por meio da Lei n.º. 6.404/76, principalmente atentando ao seu artigo 80, para saber exatamente todos os requisitos institucionais que devem ser atendidos antes de providenciar toda a documentação.

Nesse momento, sabendo da viabilidade, é essencial contar com a ajuda de um contador para fazer tudo de acordo com a Lei e de forma segura.

Para atender os requisitos você precisa:

  • Consultar a viabilidade do seu negócio, que pode ser realizada no site da Junta Comercial do seu estado;
  • Ter a Ata Geral de Constituição da Sociedade, contendo o visto de um advogada com número da OAB;
  • Fazer seu CNPJ junto ao site da Receita Federal;
  • Elaborar o estatuto social;
  • Providenciar o Documento Básico de Entrada (DBE) – documento que será usado praticar qualquer ato em diversas circunstâncias perante o CNPJ;
  • Providenciar o pagamento do DAE (Documento de Arrecadação Estadual);
  • Comprovante de endereço da empresa.

Cada um desses itens requer muita atenção na sua elaboração, por isso, a orientação de uma assessoria contábil é a melhor opção para agilizar o processo para abertura da Sociedade Anônima de maneira correta e dentro da Lei.

Também é necessária uma lista de documentos pessoais de cada acionista:

Documentos pessoais de cada acionista

Para dar sequência no encaminhamento de toda a documentação para abertura de uma SA, cada um dos seus sócios deve apresentar:

  • Documento de identificação;
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Comprovante de residência;
  • Título de eleitor (é necessário estar em dia com as obrigações eleitorais);
  • Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) do ano vigente.

Tendo todos os requisitos institucionais elaborados conforme a Lei determina e apresentando todos os documentos pessoais, o seu contador dará entrada numa série de processos burocráticos que passam desde Receita Federal, Junta Comercial e Prefeitura.

Não havendo nenhum impedimento por parte desses órgãos, você terá formalizado a sua Sociedade Anônima e poderá exercer as atividades previstas em toda a documentação.

Reforçando que para o sucesso da sua empresa e segurança do seu empreendimento, é necessário cumprir com compromissos fiscais e jurídicos, desde a abertura da Sociedade Anônima. Portanto, o contador deve estar presente em todos esses momentos.

Esse post foi útil para você? Que ler também sobre como escolher os melhores fornecedores para sua empresa?

principais transportadoras nacionais

As principais transportadoras do Brasil

A logística é de fundamental importância no processo de vendas, afinal de contas, seu cliente só ficará tranquilo quando o receber o seu pedido em mãos.

Tanto em vendas por e-commerce, como em operações comerciais no modelo tradicional, a escolha da transportadora é muito importante para fechar com chave de ouro a sua negociação.

Afinal, a qualidade no atendimento inicia-se no primeiro contato e só termina após a entrega da mercadoria, e todo esse processo é que fará seu cliente retornar para novas compras.

Nesse post, você conhecerá 5 principais transportadoras do Brasil que desempenham seu papel na logística de forma assertiva. Confira!

As principais transportadoras do Brasil

O Brasil é o país que mais concentra transporte de cargas por vias rodoviárias do mundo.

Possui uma frota de caminhões de fazer inveja, que circulam de norte a sul e de leste a oeste desse imenso país.

Portanto, as principais transportadoras do Brasil estão entre as maiores do mundo, atendendo as mais diversas necessidades e nos mais diferentes modelos.

Conheça as principais delas, em ordem alfabética, a seguir:

Embraen

Atendendo empresas como Americanas, Grupo Herval e DPASCHOAL, há 18 anos a Embraen oferece soluções integradas de transporte.

Sede: Embu das Artes/SP.

Filiais: Pernambuco e Paraná.

Atende todo o Brasil.

Site: http://www.embraen.com.br/

Principais serviços:

  • Carga lotação;
  • Carga fracionada;
  • Armazenagem física, gerenciamento, movimentação e distribuição;
  • Escolta;
  • Informação e rastreamento;
  • Entregas em magazines e varejos;
  • Transporte aéreo.

FedEx

A FedEx é a maior empresa de entregas expressas do mundo, atuando em mais de 220 países.

Mantém um quadro com 9 mil funcionários e fechou o ano de 2018 com um faturamento global de aproximadamente US$ 67 bilhões.

Sede: Estados Unidos.

Sede no Brasil: São Paulo/SP.

Filiais e pontos de operação: todo o Brasil.

Atende todo o mundo.

Site: https://www.fedex.com/pt-br/home.html

Principais serviços:

GRAN Cargo

A GRAN Cargo atende mais de mil cidades brasileiras e um dos seus diferenciais é o Door to Door, um serviço que consiste na coleta e entrega porta-a-porta.

Sua estrutura permite atender o fornecedor, a indústria e comércio.

Sede: São Paulo/SP.

Filiais: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Minas Gerais.

Atende a todos os estados onde possui matriz e filiais.

Site: http://www.grancargo.com.br/

Principais serviços:

  • Carga fracionada;
  • Carga lotação;
  • Operação reversa.

Nowlog

Desenvolvendo seus trabalhos e tornando-se uma especialista no atendimento às lojas virtuais, aplica as melhores práticas e todo seu conhecimento logístico para atender ao complexo e exigente mercado do varejo eletrônico.

Sede: Jundiaí/SP

Filiais: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo, Tocantins e Pará.

Atende a todos os estados onde possui matriz e filiais e o estado de Santa Catarina.

Site: https://nowlogistica.com/

Principais serviços:

  • Carga fracionada;
  • Especialista em atendimento às pequenas encomendas;
  • Expert no atendimento de lojas virtuais, televendas e vendas por catálogos;
  • Rastreamento.

TSV

Tendo a qualidade como meta, a TSV investe pesado em treinamento de pessoal e tecnologia, recebendo premiações pelo seu desempenho, e obtendo certificações importantes junto aos órgãos federais.

São milhares de caminhões e estruturas prontas para levar sua carga ao local de destino com qualidade, profissionalismo e rapidez.

Sede: Goiânia/GO

Filiais: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Distrito Federal, Tocantins.

Atende a todos os estados onde possui matriz e filiais.

Site: http://www.tsvtransportes.com.br/

Principais serviços:

  • Carga fracionada;
  • Carga lotação;
  • Rastreamento.

Empresas sérias e comprometidas, como as apresentadas nesse post, podem ser encontradas na plataforma da CARGOBR, desenvolvida com o objetivo de oferecer as melhores opções de transporte para o seu negócio.

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Multimodal e intermodal

Multimodal e intermodal: tudo igual e completamente diferente

Muitas vezes é necessário usar mais de um meio de transporte para o envio de cargas à longa distância e isso exige todo um processo de logística mais assertivo.

Os termos multimodal e intermodal estão ligados entre si por se tratarem de operações que usam diferentes modais de transporte para cargas.

Ambas as operações mesclam os meios de transportes, valendo-se de vias terrestres, aquáticas e aéreas para o percurso da carga.

Embora parecidas em termos de uso, existe significativa diferença entre elas e é sobre esse assunto que o post vai falar.

Multimodal e intermodal: saiba mais sobre essas opções de transportes.

Transporte Multimodal

Multimodal trata-se de um conceito que envolve a movimentação de bens por dois ou mais modos de transporte, a partir de um único contrato.

Esse contrato é realizado entre a empresa que necessita despachar a mercadoria e por um OTM (Operador de Transporte Multimodal), que vai assumir toda a responsabilidade pela entrega da carga, desde a origem até o destino dela.

No multimodal o operador será o agente principal e responsável pela carga. Será ele quem vai organizar todo o processo de transporte, se encarregando das mudanças de modais em nome do cliente com quem foi firmado o contrato.

Nessa operação é usado o Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas (CTMC), documento válido não apenas como contrato, mas também como comprovante fiscal.

Mesmo que o OTM (o operador) possa não realizar diretamente nenhuma etapa do transporte, se responsabiliza totalmente pela carga em si.

No Brasil, o transporte multimodal é muito usado para a carga de mercadorias commodities e produtos de valor agregado.

Sobre o OTM

Os OTMs são empresas ou operadoras que assumem toda a responsabilidade perante o proprietário da carga e realizam a entrega, organizando diretamente todo o processo.

Esse processo poderá ser feito pelo próprio OTM ou por intermédio de terceiros, contratados por ele.

Todo OTM deve possuir habilitação e registro prévio na Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT, para ser capacitado a desenvolver a operação.

Transporte Intermodal

O sistema intermodal também envolve a utilização de mais de um meio de transporte para levar a carga até o destino final.

O que difere é como é realizada a operação.

Quando o cliente opta pelo sistema intermodal, a cada nova mudança de meio ou modal de transporte, um contrato diferente entra em vigor.

Seu diferencial também está no fato em que as divisões de responsabilidades são passadas adiante a cada troca de contrato.

Em resumo…

Pode-se perceber que tanto no sistema multimodal como no intermodal serão utilizados mais de um meio para o transporte da carga.

E que, embora usem meios iguais, apresentam diferenças como:

No multimodal existe um único documento para toda a operação e há um operador que é responsável por toda ação.

Além disso, o CTMC é válido como documento fiscal durante todo o processo: desde a coleta até a entrega efetiva ao cliente final.

Isso simplifica toda a operação em termos de burocracia em envio de contratos e garante maior comodidade e segurança porque existe um único operador responsável.

Já no intermodal sempre que a carga sair de um caminhão e precisar utilizar um outro modal, há necessidade de um novo contrato para essa operação. A responsabilidade é dividida entre todos os envolvidos em cada etapa.

O uso do transporte intermodal, geralmente, tem como objetivo negociar e reduzir os custos de cada operação, fazendo com que o frete se torne mais barato.

Decidir qual é a melhor opção entre multimodal e intermodal depende de uma análise criteriosa de detalhes, como praticidade, prazo para entrega, condições climáticas e geográficas, etc.

Tudo isso deve ser cuidadosamente avaliado antes da escolha.

Agora que você já sabe a diferença entre multimodal e intermodal, que tal conhecer outros conteúdos relacionados à logística? Acesse aqui!

DIFAL e ICMS

O que é DIFAL e ICMS e como é calculado sobre o frete?

Uma mudança em relação ao ICMS veio trazer um pouco de dor de cabeça para os comerciantes e empresários que realizam transações interestaduais.

Ele tem por objetivo fazer com que o estado de destino, em uma transação interestadual, receba uma parte do ICMS devido, o que antes cabia somente ao estado de origem.

Essa mudança estabelece, nesse tipo de operação, a adoção do DIFAL que nada mais é que o diferencial de alíquotas do ICMS, que está em vigor desde janeiro de 2016, reafirmada pelo Convênio ICMS 52/2017.

Se você tem dúvidas sobre o funcionamento da cobrança da DIFAL e ICMS, continue lendo esse post e fique sabendo tudo sobre o seu cálculo sobre o frete.

O que é ICMS?

O ICMS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, é um tributo estadual cobrado pela circulação de mercadorias ou na prestação de serviços de transportes interestaduais, intermunicipais e de comunicação.

Esse imposto aplica-se a qualquer tipo de transporte, seja de bens, valores e até mesmo pessoas.

Cada estado possui legislações específicas com relação ao ICMS, o que significa que as regras podem mudar e as alíquotas também, levando em conta a localização da empresa.

Além disso, a cobrança do ICMS é tabelada por cada estado brasileiro e o imposto é recolhido pela Secretaria da Fazenda Estadual (SEFAZ).

Uma camiseta no estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, tem uma alíquota de ICMS de 18%, já em São Paulo é de 12%.

Com isso, o comerciante paulista tem um diferencial de 6% que pode fazer diferença no seu preço final.

Na tentativa de amenizar essa diferença e tornar a competitividade mais justa, foi instituído o DIFAL.

O que é DIFAL?

DIFAL é uma sigla que significa Diferencial de Alíquota e refere-se ao recolhimento de forma justa e correta do ICMS. Ela é cobrado de destinatários não contribuintes do ICMS.

Conforme o exemplo da camiseta, o preço de uma mesma mercadoria pode ter um custo final menor em outro estado em relação à UF em que o comprador reside, devido a alíquota mais baixa do ICMS.

Anteriormente, essas operações não eram tributadas com a diferença de alíquota.

Em função disso, muitos estados perdiam em arrecadação, uma vez que muitas UFs são pólos exclusivos de determinados produtos e, com isso, os impostos eram recolhidos apenas na unidade de origem.

A DIFAL faz exatamente essa compensação, estabelecendo que a diferença entre as alíquotas seja repassada para o estado em que foi realizada a compra, ou seja, o estado de destino.

Progressivamente, até 2019, todos os recolhimentos de DIFAL irão para os estados destino dessas operações.

Para isso, o Convênio ICMS 93/2015 estabeleceu a seguinte tabela:

  • 2016: 60% da DIFAL para a origem e 40% para o destino;
  • 2017: 40% da DIFAL para a origem e 60% para o destino;
  • 2018: 20% da DIFAL para a origem e 80% para o destino;
  • 2019 em diante: 100% da DIFAL para o destino.

Cálculo da DIFAL e ICMS

O ICMS é um imposto seletivo que é cobrado sobre as comercializações interestaduais e intermunicipais.

Ele é seletivo porque o valor cobrado no transporte de alimentos, que são considerados básicos, é inferior ao de eletrônicos ou produtos de perfumaria, que são os supérfluos.

O estado que tiver o Fundo de Combate à Pobreza instituído terá um adicional de, no máximo, 2% de cobrança de ICMS.

Além de todos esses fatores, é preciso ficar atento a um outro complicador: a substituição tributária.

Ela é uma obrigação que transfere a responsabilidade de recolhimento do ICMS com o objetivo de facilitar a arrecadação desse.

Mas, não são todos os produtos que são obrigados a ST (substituição tributária), por isso, é importante contar com o auxílio da sua contabilidade de confiança.

O frete também precisa de atenção, pois, ele é uma prestação de serviços que também necessita recolher o ICMS e ficar atento no DIFAL, portanto, consulte a legislação do seu estado e conte o seu contador para pagar corretamente os seus tributos devidos.

Gostou do post? Que tal ler também sobre IRPJ e CSLL? Dois outros impostos que você precisa conhecer.

FTL e LTL

FTL e LTL: o que significam essas siglas?

As siglas FTL e LTL referem-se a capacidade de carga dos caminhões, onde para cada um dos casos existem regras e políticas próprias e diferenciadas.

São duas siglas que servem como referência e que possuem características diferentes na contratação de fretes, alterando valores, condições e tempo de entrega das mercadorias.

Elas foram criadas especificamente para o transporte rodoviário e são utilizadas com bastante frequência nesse segmento.

Nesse post, conheça as diferenças entre FTL e LTL.

O que é FTL e LTL?

A sigla FTL, do inglês Full TruckLoad, é utilizada quando determinada carga é suficiente para completar um caminhão inteiro.

Já a LTL, de Less than TruckLoad, é utilizada quando a carga a ser despachada não é suficiente para ocupar a capacidade total de um caminhão.

As duas situações são tratadas de forma diferenciada pelas empresas de transporte e possuem vantagens e desvantagens, como veremos a seguir.

Vantagens e desvantagens da FTL

Normalmente, a FTL é utilizada por empresas que possuem grandes necessidades de transporte e que fecham contratos por determinado período.

É muito comum no transporte de soja, grãos em geral, carvão e mercadorias que precisam ser transportadas em grandes quantidades para um mesmo local.

As vantagens são:

  • Possibilidade de negociar valores mais baixos em função da garantia de carga;
  • Tempo de transporte menor, uma vez que a carga é única;
  • Sem paradas ou manejo da carga, o que diminui danos e perdas.

Desvantagens:

  • Não há como reduzir custos e compartilhar o transporte com terceiros, sendo necessário assumir os valores da carga completa;
  • O endereço de entrega é único, não sendo possível realizar entregas para diversos clientes.

Vantagens e desvantagens da LTL

O LTL também é conhecido como carga fracionada, uma vez que o valor do transporte é dividido entre interessados em despachar mercadorias para um mesmo local, mas em vários endereços.

Esse modelo é muito utilizado por lojas e distribuidoras que necessitam entregar pequenas embalagens.

As vantagens são:

  • Dividir o custo de transporte com outros interessados na mesma rota;
  • Entregar a encomenda no endereço que desejar, independente de volume ou peso.

As desvantagens:

  • O tempo de entrega é maior que o da FTL, pois, a mercadoria entrará no cronograma da transportadora;
  • Os riscos de danos e perda são maiores, uma vez que o caminhão possui programação de entregas onde ocorrem paradas e manejos de mercadorias.

Transporte para todos os gostos e necessidades

A combinação de FTL e LTL é bastante utilizada pelas transportadoras.

Elas viajam com carga fechada até um depósito ou filial e lá, com veículos menores, fazem a entrega no sistema LTL pelas redondezas.

A plataforma CARGOBR possibilita a escolha da melhor opção para sua empresa, facilitando cotações com centenas de transportadoras que atuam nos sistemas FTL e LTL. Acesse e faça uma cotação gratuita.